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Quase te perdi

13/01/2011

Viajando na Combe do Iommi conheci mais sobre a ótima banda Scraming Trees. Antes, porém, eu conhecia a banda graças a (mais uma vez) meu primo Renato que havia me mostrado a música abaixo. E agora eu passo a bola pra vocês. Faz parte do disco mais famoso deles, o "Sweet Oblivion", de 1992. Segue a letra:





Nearly Lost You
(L. Conner/V. Conner/ Lanegan)

Did you hear the distant cry
Calling me back to my sin
Like the one you knew before
Calling me back once again

I nearly, I nearly lost you there
And it's taken us somewhere
I nearly lost you there
Let's try to sleep now

Drag me far enough to know
I'm blind every mile that you burn
There's a rider that's fallen and
It's clear there's no time to return

I nearly, I nearly lost you there
And it's taken us somewhere
I nearly lost you there
Well let's try to sleep now

Did you hear the distant lie
Calling me back to my sin
Like the one you knew before
Calling me back once again

I nearly, I nearly lost you there
And it's taken us somewhere
I nearly lost you there
Well let's try to sleep now
I nearly lost you there
I nearly lost you
I nearly lost you there
I nearly lost you there
I nearly lost you there
Oh yeah, nearly lost you there

Vamos à andança...

Quem curte rock de qualidade, sobretudo o período grunge vai entrar de cabeça nessa banda - como eu fiz. O grande destaque de Nearly Lost You - aliás, do disco todo - é o vocal inspirador de Mark Lanegan. Também grande compositor, Lanegan nos apresenta uma voz grave e sensacionalmente rouca. Algo como uma mistura de Eddie Vedder (Pearl Jam) e Rod Stewart. E como esses dois, Mark canta demais, abusando de gritos e momentos agudos. Em Nearly Lost You, logo no começo, o cantor mostra a que veio, usando a descida da música de forma a criar um ritmo maravilhoso: "Você ouviu o choro distante, me chamando de volta a meu pecado? Como aquele que você conheceu antes, me chamando mais uma vez". Essa primeira estrofe é o que te ganha na música e na banda inteira. Tem um pouco de tudo do que eles possuem de melhor. Além do vocal, há ao fundo a guitarrinha aguda incansável de Gary Lee Conner e uma bateria muito boa de Barret Martin, um dos vários que ali ocuparam o posto. Mas é possível perceber a alta habiliade de Mark, sobretudo por volta dos 2 minutos de música enquanto ele mantem as pancadas aquecidas num momento viajante até a canção dar uma nova virada. O ritmo da música em todas suas viradas é um sucesso total, e toda vez que Lanegan diz a frase título "Eu quase te perdi ali" fica um gosto de querer ouvir mais, conhecer mais e viajar mais nessa banda tão boa, embora menos famosa do que suas primas e irmãs de Seattle ;)

Nunca ouviu?

Ouça os gritos das árvores. Escute:

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